Thiago Soeiro
Com formato de festa literária, a Feira do Livro do Amapá –
Flap começa neste sábado, 13, e a programação é voltada para a
celebração da palavra, com saraus, contação de histórias, palestras,
debates e exposições. A abertura acontece no Museu Sacaca, a partir das
9h, e o evento se estende à Biblioteca Pública, Amapá Garden Shopping,
Chocolate com Tapioca e escolas da rede estadual.
Através do tema “Leitura e Memórias Ancestrais”, a Flap abordará a
importância de se estudar, conhecer e valorizar as culturas ancestrais e
a história do Amapá. “Este ano quisemos fazer uma ampla programação
para atingir diversos segmentos, tanto das escolas quanto o público que é
frequentador e consumidor da cultura literária”, disse a
presidente-executiva do Comitê Flap, Carla Nobre.
A Feira do Livro, que durará dez dias, se encerra nos municípios de
Calçoene e Amapá com debates, palestras e saraus para a comunidade.
“Vamos a Calçoene e Amapá devido ao valor histórico dessas duas cidades,
ricas em conhecimentos ancestrais. Levaremos alguns escritores para
falar de literatura e histórias e construir textos em locais como o
Campo do Rego Grande e a Base Aérea”, explicou Carla.
Com
o tema “Leitura e Memórias Ancestrais”, Flap aborda a importância de
estudar, conhecer e valorizar as culturas ancestrais e a história do
Amapá

Patrono
Este ano o escolhido como patrono foi o Seu Garrafinha, um
guarda-parque responsável por vigiar o Sítio do Rego Grande, em
Calçoene. Ele tem 73 anos e é um poeta popular que, ao longo da vida,
teceu versos em torno de sua experiência.
O Governo do Estado, em parceria com a Associação Literária e Teatral
Abeporá das Palavras (Alteap), foi contemplado pelo e Edital 2014 de
Apoio ao Circuito de Feiras de Livros e Eventos Literários do Ministério
da Cultura (MinC), com o patrocínio de R$ 170 mil para a realização da
programação deste ano.
"Somos um grupo que desenvolve diversos trabalhos na área de
literatura e já fomos contemplados, também, com o Edital Miriam Muniz,
em 2007. Fazer essa parceria com o governo só acrescenta na qualidade do
trabalho que primamos", enfatizou o presidente da Alteap, Pedro
Henrique Lima.
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