
Segundo Danniela, que é neta de Tia Biló, São José tem direito a homenagens de dimensões proporcionais à sua importância para a vida de católicos de Macapá e merece ter a manifestação da maior expressão cultural do Amapá, que é o marabaixo. “É importante festejarmos nosso santo protetor de todas as formas possíveis e dignas. Temos que valorizar o que é nosso a agregar à devoção nossas tradições. Vamos dar à São José a mesma dimensão da padroeira da Amazônia, Nossa Senhora de Nazaré. Não se trata de competição, mas de valorização do que é nosso”, justifica Danniela.
Para ela, o santo é o símbolo de nossa fé e exemplifica. “A igreja de São José é o principal marco religioso da história de Macapá, como homenagem, muitos amapaenses se chamam José, são inúmeros os estabelecimentos denominados assim, a imagem dele é cartão postal no meio do rio do Amazonas. Ele faz parte da nossa história, por isso é normal que as novas gerações tenham interesse e demonstrem sua fé unindo o religioso à tradição e ao lúdico”, fala Danniela. Ela lembra que, no início da colonização de Macapá, o marabaixo era dançado em frente à Igreja de São José, no centro da cidade.
Na casa da Tia Biló às homenagens iniciam às 17:00, com o tradicional marabaixo do Laguinho do Grupo Raimundo Ladislau e participação dos grupos de Torrão do Matapi e Maruanum. Será distribuído caldo e gengibirra para os participantes. Meia-noite encerra a festa. A programação oficial em homenagem ao santo, realizada pela Igreja, inicia na manhã do mesmo dia com missa, carreata e procissão.
Marabaixo em Homenagem ao padroeiro São José
DATA: 19 de março
HORA: de 17 às 00:00
LOCAL: Casa da Tia Biló. Av: Eliezer Levy, entre Mãe Luzia e Nações Unidas, Laguinho.
DATA: 19 de março
HORA: de 17 às 00:00
LOCAL: Casa da Tia Biló. Av: Eliezer Levy, entre Mãe Luzia e Nações Unidas, Laguinho.
Mariléia Maciel
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